REPORTAGEM WE CAN'T STOP
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REPORTAGEM WE CAN'T STOP
REPORTAGEM WE CAN'T STOP
23 de Janeiro, 2009
Sala 114
[size=12]Um espaço novo e amplo – a Sala 114, situada na zona industrial do porto -, dois grandes nomes na cena do Drum’n’bass e muito aguardados pelos ravers – Raiden e The Sect -, e uma boa dose de artistas portugueses, foram o suficiente para deixar os drummers “em pulgas” para a nova sessão do WE CAN´T STOP DNB!
Por volta das 00h30 já se encontrava uma boa parte de amantes do drum’n’bass no metro em direcção à zona industrial. Os comentários entre estes era de uma boa festa, e alguns especulavam: “vai ser o festão do ano!”.
Chegando à Sala 114, e visto que a maioria das festas “de peso” são realizadas no Porto-rio cujo espaço não é muito vasto, era notória a admiração dos fãs de drum’n’bass face à amplitude deste. Entrando, deparávamo-nos com o bengaleiro e o local para retirar as senhas para as bebidas; à direita encontrávamos um bar e logo depois as casas de banho que também eram espaçosas; em frente aos três descobríamos um pequeno espaço onde alguns dos drummers se sentavam e, em frente, o dancefloor, com um bar do lado esquerdo e outro no centro; logo em frente tínhamos o palco para os Dj’s e, para além disso, do lado direito tínhamos umas escadas que nos levava para uma parte de cima onde podíamos visualizar todo o dancefloor e, num dos cantos, um local para os Dj’s. É também de referir que por cima do bar central existiam vários ecrãs que mostravam os Dj’s a colocar som.
No dancefloor já se descobriam caras conhecidas das festas, e visto que veio um autocarro de Lisboa por apenas 30 euros, era também notória a presença de caras também conhecidas “de lá de baixo”. Por toda a parte se encontravam drummers, mas como o espaço era largo, permitia circular sem dificuldades. Apesar disso, o calor fazia-se sentir na front line, que estava “bem recheada” e, quando passavam malhas conhecidas “com garra”, como por exemplo “We want your soul”, “Connect the dots”, formava-se um pequeno moche à frente.
Os primeiros a actuar foram os portugueses D element Q b2b com Original Pressure, seguindo-se o b2b de Jamie Boy com Dogz united e Setup. Seguiram-se então os internacionais The Sect e Raiden. Por fim, actuaram os portugueses Alif, e Zeder b2b com C-Netik. Tanto os Dj’s portugueses como os internacionais ofereceram aos drummers sets energéticos, que muitas vezes os puseram com os braços no ar.
A festa acabou por volta das 7h30. O último som a passar foi um remix do som “Hardcore vibes” de Nize5ive, e só se ouviam os drummers a cantar “Hardcore vibes, that’s i run takings eh eh eh”. Aquando deste som, e apesar dos ravers pedirem por mais um bocadinho de festa, o segurança já tinha subido ao palco e feito sinais aos Dj’s para acabarem.
Os comentários sobre a festa eram na sua grande maioria positivos, sendo que todos os Dj’s ofereceram aos drummers uma festa com um som “bem mexido”, e realçava-se o facto de o preço dos bilhetes para o cartaz em questão ser acessível. Contudo surgiram algumas críticas, nomeadamente ao ambiente circundante que se encontrava um pouco “pesado”, porém já é uma característica das festas de Techstep ou Darkstep. Por fim comentava-se também que as organizações deveriam ter mais em consideração o preço das bebidas que tem aumentado nos últimos tempos, como por exemplo, por um fino num copo de 20cl paga-se 3 euros.
Para ver fotos e videos:
http://mobphonic.blogspot.com/2009/01/we-cant-stop-sala-114.html
23 de Janeiro, 2009
Sala 114
[size=12]Um espaço novo e amplo – a Sala 114, situada na zona industrial do porto -, dois grandes nomes na cena do Drum’n’bass e muito aguardados pelos ravers – Raiden e The Sect -, e uma boa dose de artistas portugueses, foram o suficiente para deixar os drummers “em pulgas” para a nova sessão do WE CAN´T STOP DNB!
Por volta das 00h30 já se encontrava uma boa parte de amantes do drum’n’bass no metro em direcção à zona industrial. Os comentários entre estes era de uma boa festa, e alguns especulavam: “vai ser o festão do ano!”.
Chegando à Sala 114, e visto que a maioria das festas “de peso” são realizadas no Porto-rio cujo espaço não é muito vasto, era notória a admiração dos fãs de drum’n’bass face à amplitude deste. Entrando, deparávamo-nos com o bengaleiro e o local para retirar as senhas para as bebidas; à direita encontrávamos um bar e logo depois as casas de banho que também eram espaçosas; em frente aos três descobríamos um pequeno espaço onde alguns dos drummers se sentavam e, em frente, o dancefloor, com um bar do lado esquerdo e outro no centro; logo em frente tínhamos o palco para os Dj’s e, para além disso, do lado direito tínhamos umas escadas que nos levava para uma parte de cima onde podíamos visualizar todo o dancefloor e, num dos cantos, um local para os Dj’s. É também de referir que por cima do bar central existiam vários ecrãs que mostravam os Dj’s a colocar som.
No dancefloor já se descobriam caras conhecidas das festas, e visto que veio um autocarro de Lisboa por apenas 30 euros, era também notória a presença de caras também conhecidas “de lá de baixo”. Por toda a parte se encontravam drummers, mas como o espaço era largo, permitia circular sem dificuldades. Apesar disso, o calor fazia-se sentir na front line, que estava “bem recheada” e, quando passavam malhas conhecidas “com garra”, como por exemplo “We want your soul”, “Connect the dots”, formava-se um pequeno moche à frente.
Os primeiros a actuar foram os portugueses D element Q b2b com Original Pressure, seguindo-se o b2b de Jamie Boy com Dogz united e Setup. Seguiram-se então os internacionais The Sect e Raiden. Por fim, actuaram os portugueses Alif, e Zeder b2b com C-Netik. Tanto os Dj’s portugueses como os internacionais ofereceram aos drummers sets energéticos, que muitas vezes os puseram com os braços no ar.
A festa acabou por volta das 7h30. O último som a passar foi um remix do som “Hardcore vibes” de Nize5ive, e só se ouviam os drummers a cantar “Hardcore vibes, that’s i run takings eh eh eh”. Aquando deste som, e apesar dos ravers pedirem por mais um bocadinho de festa, o segurança já tinha subido ao palco e feito sinais aos Dj’s para acabarem.
Os comentários sobre a festa eram na sua grande maioria positivos, sendo que todos os Dj’s ofereceram aos drummers uma festa com um som “bem mexido”, e realçava-se o facto de o preço dos bilhetes para o cartaz em questão ser acessível. Contudo surgiram algumas críticas, nomeadamente ao ambiente circundante que se encontrava um pouco “pesado”, porém já é uma característica das festas de Techstep ou Darkstep. Por fim comentava-se também que as organizações deveriam ter mais em consideração o preço das bebidas que tem aumentado nos últimos tempos, como por exemplo, por um fino num copo de 20cl paga-se 3 euros.
Para ver fotos e videos:
http://mobphonic.blogspot.com/2009/01/we-cant-stop-sala-114.html
Last edited by Danielaela on Wed Jan 28 2009, 20:45; edited 3 times in total

Danielaela- Backstage Press | Level 3

- Registration date: 2007-12-05
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Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
a sala parece ser fine. vou ter q ir lá um dia, ver como é aquilo. :D

Cameltosis- Music listener
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Preferred Music Style : Drum and Bass
Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
Não gostei muito do spot. Acho ke é muito in para festas pesadas.
O que se ker é um ambiente mais underground
O que se ker é um ambiente mais underground
box 5- Music listener
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Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
já agora, boa reportagem danielaela
box 5- Music listener
- Registration date: 2008-05-04
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Country/ City: Viana Do Castelo
Preferred Music Style : D&B
Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
muito bem senhora daniela, é assim mesmo. Isto é ke foi uma cobertura à pro.
kuanto à festa esteve-se bem
kuanto à festa esteve-se bem

back 2 life- Music listener
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Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
connect de dots ? isso é o remix tuga ? ahah
D-bamtek- Music listener
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Number of posts: 1195
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Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
ahh grizei-me.. foi um lapso meu, peço desculpa, vou já modificar x)
obrigad, é tao bom receber assim feedbacks positivos x)
o espaço em si é muito porreiro..
mas realmente para festas de drum nao é muito apropriado..
primeiro porque o som ficou um bocado distorcido.. e depois é o pessoal e os preços da casa :X
mas pronto.. eu gostei da festa
obrigad, é tao bom receber assim feedbacks positivos x)
o espaço em si é muito porreiro..
mas realmente para festas de drum nao é muito apropriado..
primeiro porque o som ficou um bocado distorcido.. e depois é o pessoal e os preços da casa :X
mas pronto.. eu gostei da festa


Danielaela- Backstage Press | Level 3

- Registration date: 2007-12-05
Number of posts: 1415
Age: 24
Country/ City: Portugal
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Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
Não curti nada o spot

fix- Music listener
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Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
detestei tudo em geral, ambiente,preços,organização,som.. estava tudo uma valente merda..
o q safou foi msm c-netik , zeder, e alif, q basicamente , meteram os internacionais num bolso ;)
cumpz
o q safou foi msm c-netik , zeder, e alif, q basicamente , meteram os internacionais num bolso ;)
cumpz

eraser-_- Music listener
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Number of posts: 18
Age: 23
Country/ City: Portugal/Feira
Preferred Music Style : Drum and Bass
Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
eu tive la nesta noite so nao curti uma coisa... o som :S mas de resto tava mais gente nakela noite k em vibe e rush 
de resto foi uma noite brilhante... sala 114 teve mesmo em grande... façam mais festas lá


de resto foi uma noite brilhante... sala 114 teve mesmo em grande... façam mais festas lá


Nuno_drumbass- Music listener
- Registration date: 2009-04-06
Number of posts: 185
Country/ City: Porto
Preferred Music Style : Drum and bass
Re: REPORTAGEM WE CAN'T STOP
nao curti nada a sala ,a acustica e uma merda e o set de raiden tb nao foi nada de especial. o q safou foi mm o grande alif
xico993- Music listener
- Registration date: 2009-06-08
Number of posts: 37
Country/ City: Porto
Preferred Music Style : DnB
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